A queda de Jean Paul Prates do comando da Petrobras no primeiro semestre de 2024 passou a ser dada como certa por auxiliares do presidente Lula. O preço dos combustíveis é só desculpa.

Segundo fontes do Palácio do Planalto, o ministro Rui Costa (Casa Civil) tem jogado pesado contra a dificuldade que diz ter em conseguir o compromisso de Prates com investimentos da estatal nas obras do PAC.

Costa tem dito a Lula que, sozinha, a Petrobras poderia sabotar o programa, porque o Tesouro não tem como dar conta do volume de obras que o presidente quer tocar pelo país. Tanto o presidente como o ministro, responsável por tocar o programa, contam com o empenho da empresa no PAC.

Prates tem outras prioridades, porém. Alguns dos investimentos de seu plano estratégico só darão resultados em uma década. Por isso, Rui Costa tem defendido dia sim e outro também que Lula escolha alguém “mais alinhado”.