Não passou despercebido por Lula e integrantes do PT os valores destinados às emendas parlamentares: 53 bilhões de reais, ficando atrás apenas dos ministérios da Previdência (935,2 bilhões), Desenvolvimento Social (282,5 bilhões), Saúde (231,7 bilhões) Educação (180,5 bilhões), Defesa (126 bilhões) e Trabalho (111 bilhões).
São 32 as pastas na Esplanada com menos orçamento que o dinheiro a ser repassado ao Congresso ao longo do ano que vem, para que deputados e senadores decidam que tipo de política publica será adotada.
A avaliação dentro do Planalto é que, no médio e longo prazos, a disputa pelo orçamento será impraticável para os próximos governos.
O Bastidor já informou que mesmo dentro do PT há quem defenda discutir o semipresidencialismo. A interlocutores, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a prometer tirar da gaveta a discussão ao longo de 2023. Não conseguiu. E dificilmente conseguirá em 2024, seu último ano à frente da Câmara e ano de eleição.

