Lula mandou convidar todos os governadores, inclusive os mais bolsonaristas – como o de Santa Catarina, Jorginho Mello – para o marco de um ano do 8 de janeiro, quando apoiadores de Jair Bolsonaro invadiram e vandalizaram os prédios-sede dos três poderes em Brasília em uma tentativa de golpe de estado.

Também parlamentares e os ministros do Supremo Tribunal Federal foram convidados. O presidente da corte, o ministro Luís Roberto Barroso; o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); e o da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vão discursar no evento. Alguns tiveram de mudar suas férias para comparecer.

Os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Nísia Trindade (Saúde) estão de férias e não devem ir à cerimônia, ao contrário do ministro Flávio Dino (Justiça), que voltará a tempo. Ele entregará a preparação de segurança a Lula, mas toda a organização, dirá ao presidente, foi tocada por seu número 2, Ricardo Cappelli.

O presidente determinou a presença do maior número possível de representantes de instituições democrática para demonstrar união pela democracia e desestimular novas ações.

Jorginho Mello, o governador bolsonarista de Santa Catarina, ainda não confirmou presença.