Indicado pelo Partido Avante para comandar a Cateno, empresa da Cielo e do Banco do Brasil que administra os cartões Ourocard, Henrique Lucas não avança. Depois de um ano no comando da empresa – que abriga figuras conhecidas na Esplanada dos Ministérios, como Anderson Dornelles, ex-assessor de Dilma Rousseff -, o lucro dela caiu 12,5%.
Se o resultado não vem nos números, tem que vir pelo marketing. Henrique se orgulha de promover semanalmente encontros com funcionários da empresa, onde serve “guloseimas, quitutes, pão de queijo e o famoso café mineiro”. Lucas justifica os encontros da seguinte maneira: “É uma estratégia de endomarketing para promover uma cultura organizacional forte e coesa”.
Como a empresa não se alimenta de café, mas de dinheiro, é melhor para Lucas que o endomarketing vire número na conta.


