O Brasil agora conta com representantes da Samidoun, rede de solidariedade a prisioneiros palestinos. Uma delas é Rawa AlSagheer, que se diz coordenadora e administra um perfil do grupo no Instagram com mais de 1.100 seguidores. Ela é palestina nascida na Síria.
A rede Samidoun, que diz angariar fundos para a libertação da Palestina, neste mês passou a ser alvo de sanções dos Estados Unidos e do Canadá. Os países alegam que o grupo é instituição de caridade falsa, que serve para financiar o terrorismo.
Samidoun é classificado como organização terrorista estrangeira desde 1997 e como terrorista global desde 2001. Atua na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
O subsecretário interino do Tesouro para o Terrorismo e Inteligência Financeira dos Estados Unidos, Bradley T. Smith, disse que “organizações como Samidoun disfarçam-se de atores de caridade que afirmam fornecer apoio humanitário aos necessitados, mas na realidade desviam fundos para a tão necessária assistência para apoiar grupos terroristas”.
No Brasil, o perfil do grupo no Instagram costuma publicar eventos de debates contra o “imperialismo no Oriente Médio” e a favor da resistência palestina. Diz que a Meta, dona da rede social, deletou o primeiro perfil e que, por isso, fez o segundo.

