Em menos de 24 horas, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, aceitou o pedido da Procuradoria-Geral da República e mandou arquivar a investigação contra Jair Bolsonaro por falsificação de cartão de vacinação.
Gonet pediu o arquivamento por falta de provas. Ele afirma no pedido que a Polícia Federal identificou a inserção das informações sobre a imunização de Bolsonaro e de sua filha no sistema do Ministério da Saúde. Mas, como não há provas de que Bolsonaro tenha usado o cartão e se beneficiado da fraude, não é possível apresentar denúncia.
Bolsonaro era investigado pelos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema público. Apesar da exclusão de Bolsonaro do caso, a Gonet solicitou a Moraes, e conseguiu, que as acusações contra outros investigados fossem encaminhadas à primeira instância. Um deles é o tenente-coronel Mauro Cid, delator que colocou o ex-presidente como mentor da tentativa frustrada de golpe após as eleições de 2022.
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