A Procuradoria-Geral da República prorrogou as forças-tarefas da Lava Jato em Curitiba e no Rio, mas Augusto Aras trabalha internamente para que elas se encerrem antes que ele saia do cargo, em setembro de 2021.

A força-tarefa do Paraná poderá, em tese, trabalhar até o final de 2021. A do Rio, que está mexendo com gente grande, recebeu sobrevida até o fim de janeiro. A de São Paulo morreu há meses, assim como a que funcionava na PGR.

A Lava Jato se aproxima do fim, após sete anos de investigações, de modo melancólico, sem apoio popular para enfrentar casos difíceis e sob críticas fortes em Brasília.

Apesar de algumas avaliações otimistas, prevalecem, entre os investigadores, amargor e frustração com os resultados obtidos – e, sobretudo, com os resultados não obtidos. Também está viva, embora com discrição, a decepção com as opções políticas do ex-juiz Sergio Moro.