O futuro próximo da Lava Jato passa pelas contas das empresas controladas pelo operador Ângelo Tadeu Lauria, ligado ao PMDB, preso e condenado no começo da operação.
Os procuradores descobriram que Lauria era muito mais do que um simples entregador de propina de grandes empresários para políticos do PMDB e do PT. Suas contas e empresas formavam uma rede própria de lavagem, com beneficiários ainda desconhecidos do público. Suas relações pessoais e profissionais são mais amplas e profundas do que a condenação no petrolão sugere.

