No Ministério da Saúde, nem o Zé Gotinha acredita nas previsões dos militares para vacinar a população. Entre os técnicos civis, prevalece a avaliação de que o plano nacional de imunização ainda é um pedaço de papel – um pedaço de papel com seis meses de atraso.
Embora os servidores da pasta já tentem coordenar com as secretarias estaduais de Saúde a distribuição das vacinas, persiste o problema central de que não há nem haverá, no primeiro semestre, vacinas prontas para distribuição na velocidade prometida pelo governo. “Nem em sonho”, diz um técnico que trabalha no plano.

