Apesar das investigações do MP e do TCU, a Agência Nacional de Mineração prosseguirá com o leilão de sete mil das cerca de quarenta mil áreas que pretende “devolver ao mercado”, como diz o órgão.

Especialistas e funcionários da própria ANM temem que a agência esteja desfazendo-se, sem o devido cuidado, de um patrimônio de minério altamente estratégico ao país – e sem nem sequer saber se está cobrando um valor favorável aos cofres públicos.