A EMA, agência sanitária europeia, nega ter recebido qualquer registro da vacina Sputnik. Os russos espalharam, inclusive no Brasil, que a EMA havia aceitado um pedido de registro do imunizante.
A agência, porém, nega essa informação. Esclarece que está em contato com o Instituto Gamaleya e que orientou os russos sobre os documentos necessários para proceder à análise do uso emergencial da vacina.
Anvisa, OMS e EMA seguem sem dados críticos para poder avaliar a Sputnik. Apesar do promissor estudo publicado na revista científica The Lancet, e dos reiterados pedidos por informações, os russos ainda não liberaram documentos mínimos.
No Brasil, o centrão e o governo de Jair Bolsonaro empenham-se no sucesso comercial da vacina vendida pela União Química.

