Projeções de técnicos do Ministério da Saúde apontam “alta probabilidade” de colapso iminente nos sistemas de estados do Nordeste e Sudeste e “média probabilidade” de manutenção da situação crítica nos estados já em colapso.

Como se temia, é provável que a variante amazônica seja uma das principais responsáveis pelo ritmo acelerado de contágio e, supõe-se, pela devastação superior que o vírus causa naqueles que apresentam sintomas.

Além dos estados da região Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Bahia estão no limite ou já em colapso. Goiás, Ceará, Distrito Federal, Rio e Minas estão no mesmo caminho, segundo as projeções.

Os servidores sugerem endurecimento imediato e duradouro (no mínimo duas semanas) nas medidas de distanciamento social. E, também, embora em vão, uma coordenação nacional efetiva para alocar e realocar médicos e enfermeiros velozmente, conforme as necessidades de cada estado.