Líderes da base do governo, com a ajuda de ministros como Rogério Marinho, avançam na articulação junto ao Planalto para aprovar uma nova versão do auxílio emergencial.
Embora contrariada, a equipe econômica de Paulo Guedes já está fazendo as contas. Não há dinheiro previsto para o auxílio, mas a volta dos pagamentos emergenciais se tornou uma prioridade política de Bolsonaro, em face dos danos causados ao presidente pela má condução do combate sanitário à pandemia.
Ainda não há um valor definido para o auxílio. Mas a nova versão dele tem apoio forte no Congresso e a óbvia simpatia de Bolsonaro.

