Em reunião na sexta, Bolsonaro enquadrou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o secretário de Geologia da pasta, Alexandre Vidigal. O presidente disse estar insatisfeito com o desempenho de ambos e com os maus resultados nos leilões de mineração.

Embora os leilões sejam tocados pela Agência Nacional de Mineração, Bento foi um entusiasta da ideia. Bolsonaro disse a Vidigal que o setor “está uma zona”.

O ministério alardeava que arrecadaria R$ 8 bilhões com os leilões. Não ganhou R$ 2 milhões.