Tão logo foi publicado o acordo com a Eletrobras, o governo anunciou a indicação do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega para a vaga a que terá direito no Conselho Fiscal da empresa.
No ano passado, o presidente Lula tentou por meses emplacar Mantega na presidência da Vale, sem sucesso.
Ministro da Fazenda nos governos Lula e Dilma Rousseff, Mantega foi alvo da operação Lava Jato em 2018, acusado dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, suspeito de ter recebido R$ 50 milhões da Odebrecht para beneficiá-la em duas Medidas Provisórias. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal anulou as ações contra Mantega.
Para as três vagas no Conselho de Administração da Eletrobras, o governo indicou o atual presidente ENBPar e ex-ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau; o ex-diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Nelson Hubner; e o diretor de transição energética e sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

