Bastou a Stone divulgar seus resultados do segundo trimestre, com prejuízo de R$ 150 milhões, para as más notícias sobre a companhia se sucederem rapidamente. Além do valor da ação ter despencado cerca de 5% (alto para os padrões da companhia tão querida por analistas), o JP Morgan reduziu nesta quarta-feira o preço-alvo da ação de US$ 75 para US$ 50 e revisou a projeção de lucro, para 2021, de R$ 1,266 bilhão para R$ 478 milhões.
Para completar, três bancas de advogados nos Estados Unidos abriram investigação para avaliar se entram com ação coletiva na Justiça contra a companhia pelas perdas provocadas aos acionistas.
Especialistas dizem que a situação da Stone só vai melhorar se ela conseguir convencer o público de que está apta a diminuir perdas com a concessão de crédito.
Neste ano, entre as adquirentes, a Stone foi a que mais perdeu valor de mercado.

