O presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz, publicou nas redes sociais que já foram colhidas 31 assinaturas para a prorrogação por 90 dias. De acordo com a previsão inicial, os trabalhos seriam encerrados em 7 de agosto.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, informou que o pedido será analisado ao fim do prazo atual da comissão.
As suspeitas de irregularidades e até corrupção na compra da vacina indiana Covaxin foram suficientes para convencer os senadores que resistiam à prorrogação da CPI. Eram necessárias 27 assinaturas, mas esse mínimo já foi superado.
Na avaliação do relator, Renan Calheiros, a continuidade dos trabalhos é necessária e defendeu a convocação do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, que teria pressionado pela compra da Covaxin.

