A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público de São Paulo deflagraram nos dois últimos dias uma operação contra pessoas que usaram criptoativos para lavar o dinheiro roubado no maior ataque hacker ao sistema financeiro.
A operação Magna Fraus prendeu dois suspeitos: um em Goiás, outro no Pará. Além disso, a PF apreendeu o equivalente a 5,5 milhões de reais em criptoativos e 32 milhões de reais nas contas bancárias dos envolvidos.
Em nota, a PF afirma que os suspeitos usaram “técnicas avançadas de negociação de criptoativos” para dificultar o rastreio do dinheiro roubado.
Como mostrou o Bastidor, diversas instituições financeiras foram afetadas pelo ataque hacker, que atingiu a C&M Software, empresa de tecnologia que presta serviço para diversas fintechs e cooperativas de crédito.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu o operador de tecnologia da C&M João Nazareno Roque, 48 anos, acusado de dar acesso aos hackers.

