Há um mês o Brasil descobria que o site do Ministério da Saúde havia sido hackaeado pelo até então desconhecido Lapsus$ Group. Faz 30 dias que dados sobre vacinação, infectados pelo coronavírus, mortos na pandemia, entre outros, sumiram e estão sendo restabelecidos a conta-gotas.
E o que se sabe até agora? Muito pouco, quase nada.
Com a oposição em silêncio e Arthur Lira relaxando, hackers deixavam Brasília em pânico após conseguirem acessar repositório de senhas do governo. Depois da Saúde foi a vez de PF, Correios e mais de 20 órgãos do governo (incluindo ministérios) serem os alvos dos ataques – até a Claro não passou desapercebida.
Até agora não se sabe quantos foram os invasores, os reais impactos e o que eventualmente possa ter sido perdido no hackeamento.
A recuperação desses bancos de dados também se mostra um desafio para o governo – um exemplo disso foi a demora de 13 dias para restabelecer o ConectSUS, aplicativo que garantia o acesso aos comprovantes de vacinação contra a Covid-19.
A demora fez até que questionasse o motivo do tamanho atraso, que contribuiu com o “apagão” de dados na Saúde.

