Auxiliares do presidente estão certos de que o inquérito aberto pela Procuradoria-Geral da República para apurar crime de prevaricação supostamente cometido por Jair Bolsonaro será um contraponto à CPI da Pandemia.
A expectativa no Palácio do Planalto é a de postura técnica da PGR que não vai encontrar prova do alegado crime de Bolsonaro ao deixar de informar a Polícia Federal sobre as acusações de corrupção na compra de vacina indiana Covaxin. O alerta foi dado pessoalmente pelo deputado federal Luís Miranda, do DEM, em 20 de março.
Ao isentar Bolsonaro, acreditam os assessores presidenciais, o trabalho da PGR vai servir para contestar o relatório do senador Renan Calheiros, que, certamente, vai acusar o presidente de ter cometido o crime de prevaricação.
Na avaliação desses auxiliares presidenciais, é fundamental contar com a PGR inocentando Bolsonaro para a disputa eleitoral do ano que vem.

