A CPI da Pandemia pediu a operação que a PF deflagrou hoje contra a Precisa Medicamentos, no estado de São Paulo, depois que o Ministério da Saúde de Marcelo Queiroga impediu o acesso do colegiado a informações relacionadas à Covaxin.
Diz o pedido da CPI: “O Ministério da Saúde extingiu, mesmo com as investigações em andamento, recentemente o acesso dos servidores do Senado aos seus processos eletrônicos, acesso este aprovado por meio de requerimento desta comissão”.
A CPI também pediu que a PF fosse colher provas no Ministério da Saúde. Mas, segundo Randolfe Rodrigues, Augusto Aras negou essa solicitação. O senador não citou o argumento usado pelo PGR para negar uma operação policial na esplanada dos Ministérios.
Em nota, a Precisa Medicamentos classificou a operação como “inadmissível” num “estado que se diz democrático”. Disse ainda que o pedido da CPI mostra os abusos cometido pelo colegiado, porque, segundo a empresa, todas as solicitações feitas pelos senadores foram atendidas.

