A campanha de Jair Bolsonaro está estudando como reagir à mais recente propaganda eleitoral de Lula. É praticamente certo que o caso será levado ao Tribunal Superior Eleitoral.

O vídeo petista, divulgado na terça-feira (20), coloca Bolsonaro como “desonesto”, agressor de mulheres, traidor da pátria – pelos planos de atentados a bomba em quartéis – e deputado federal “omisso” por ter emplacado só dois projetos de lei em 26 anos de Câmara.

A campanha de Lula também cita o apreço do presidente pelo golpe militar de 1964 e pela tortura praticada durante a ditadura encerrada em 1985. O material contém notícias publicadas pela imprensa e filmagens com falas de Bolsonaro.

A jurisprudência, no entanto, está contra Bolsonaro. O TSE decidiu terça-feira que sua campanha pode continuar publicando vídeos antigos de Geraldo Alckmin criticando Lula. O argumento é que o vice realmente falou mal de Lula no passado. Bolsonaro fez e disse as coisas citadas no vídeo petista.