Ainda faltam seis meses, mas o vice-presidente, Artur Cesar Beretta da Silveira, e o corregedor, Francisco Eduardo Loureiro, já se movimentam na disputa pela presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo. Loureiro tem ligeiro favoritismo no momento, apesar de parte dos desembargadores criticar sua atuação na corregedoria.
Ambos, no entanto, esperam pelo posicionamento do atual presidente, Fernando Antonio Torres Garcia. Ele ainda não se manifestou sobre a possibilidade, mas, como já mostrou o Bastidor, seria reeleito com facilidade caso decidisse disputar a eleição marcada para outubro.
A reeleição de Torres Garcia é possível graças à Lei Zveiter, aprovada no ano passado, que permite a recondução de presidentes de tribunais de Justiça em cortes com mais de 170 desembargadores.
No caso da corregedoria do TJSP, o segundo cargo mais disputado na eleição, os principais candidatos são os desembargadores Silvia Rocha e Adalberto José Queiroz Telles de Camargo Aranha Filho.
Rocha é considerada favorita por fontes do tribunal por não ter qualquer resistência entre os colegas e pela necessidade de mais mulheres nas gestões das cortes. Aranha Filho tem a seu favor o fato de presidir a Seção de Direito Criminal do tribunal.

