Aécio Neves foi autorizado hoje por Ricardo Lewandowski a copiar as mensagens da ação envolvendo o Instituto Lula. O tucano poderá ter em mãos todo conteúdo que o menciona e não esteja sob sigilo. A ação em questão tramita na 10ª Vara Federal de Brasília e analisa a legalidade de doações feitas à entidade do ex-presidente.

Aécio quer acesso às mensagens que citam a Operação Patmos, que surgiu a partir da Lava Jato e foi deflagrada pela PF em 2017. A investigação foi iniciada com base em delações de executivos da J&F.

Nessa operação da PF, o primo do tucano, o ex-diretor da Cemig Frederico Pacheco, foi flagrado pegando do delator Ricardo Saud, ex-executivo da J&F, uma mala contendo R$ 500 mil. O dinheiro, segundo as investigações, foi solicitado por Aécio.