Ricardo Lewandowski autorizou ontem (1º) que Lula use mensagens hackeadas dos procuradores da Lava Jato e do juiz Sergio Moro na ação que o petista apresentou à ONU. O ex-presidente alega ser um perseguido político por integrantes do MPF e pelo ex-juiz Sergio Moro.

O ministro também solicitou manifestação da PGR no caso – o que dá mais munição a Aras contra procuradores da Lava Jato. O Bastidor revelou nesta semana que a equipe liderada por Deltan Dallagnol reuniu-se com André Mendonça, então AGU, e Wagner Rosário, ministro da Controladoria-Geral da União. O encontro tripartite serviu para discutir estratégias contra a ação de Lula na ONU.

Dallagnol chegou a dizer nas mensagens apresentadas ao STF que também iria se reunir com o então chanceler Ernesto Araújo e um diplomata não identificado para também discutir o assunto. O procurador afirmou que o ex-ministro e o servidor do Itamatary levariam a conversa a Jair Bolsonaro.