Um dos principais beneficiados pelo fim da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo, segundo procuradores envolvidos nela, é o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Lula.
Quando Augusto Aras pôs fim à força-tarefa, procuradores e delegados da Polícia Federal tocavam diligências que, na visão deles, permitiriam o oferecimento de denúncia contra Lulinha, José Dirceu e ex-executivos da Oi por crimes como corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
De acordo com as evidências reunidas pelos investigadores, a Oi repassou R$ 132 milhões a empresas de Lulinha para obter, em contrapartida, decisões favoráveis do governo Lula. As defesas dos investigados negam quaisquer ilegalidades.
Agora, a investigação caminha lenta e sem rumo, segundo fontes com conhecimento direto dela.

