O Ministério Público do Rio Grande do Norte espera ouvir na próxima terça o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) em ação em que ele é acusado de enriquecimento ilícito, danos ao erário público e violação aos princípios administrativos.
Marinho é acusado de, enquanto presidente da Câmara Municipal de Natal, entre 2005 e 2007, autorizar a contratação de funcionários-fantasma para que ele e seus pares embolsassem dinheiro público.
Além da ação civil pública na qual a Justiça potiguar espera ouvi-lo, o ministro ainda responde, pelo mesmo motivo, por crime de peculato.
Marinho deveria depor em 6 de novembro do ano passado, mas alegou dificuldade de agenda para não comparecer à audiência.

