A PGR é contra as quebras de sigilo impostas pela CPI da Pandemia a André Luiz Guedes da Silva. Ele é acusado de ser operador de propina no Amazonas durante a pandemia. Segundo os senadores, o advogado seria a ligação entre empresas e agentes públicos para facilitar a aprovação dos contratos.
Omar Aziz disse que Guedes teria se encontrado com integrantes do Tribunal de Contas do Amazonas e do Fundo de Saúde do Amazonas para pedir o pagamento de contratos a empresas contratadas para ajudar no combate à pandemia.
Mas, de acordo com Augusto Aras, além da inviolabilidade de advogados ser prevista em lei, o ato da CPI é nulo porque não demonstrou a “presença de causa provável” para levantar os segredos bancário, telefônico, telemático e fiscal de Silva. A manifestação foi apresentada pela PGR em oito de outubro.

