Fernando Collor escapou do Supremo hoje (25). Como adiantou o Bastidor, a corte não terminou de julgar as quatro ações que questionam o Marco Legal do Saneamento e o caso em que o senador é acusado de receber propina para influenciar decisões da BR Distribuidora será julgado em data ainda a ser definida por Luiz Fux, presidente da corte.
Luiz Edson Fachin até pressionou a corte, ao aproveitar uma simples negativa para retirar de pauta a ação para adiantar o relatório do caso envolvendo o aliado de Jair Bolsonaro. O esquema na BR Distribuidora, segundo a PGR, funcionou “pela influência, junto à sociedade de economia mista, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), notadamente do seu senador pelo estado de Alagoas, o acusado Fernando Affonso Collor de Mello”.
Foi durante essa investigação que Alberto Youssef acusou André Esteves – que não é listado no processo – de ter pago R$ 6 milhões ao senador para favorecer uma rede de postos da qual o banqueiro é sócio em um contrato com a BR Distribuidora.

