Acabaram-se as reclamações de Jair Bolsonaro, eternizadas no vídeo da reunião ministerial do ano passado, sobre a rede de inteligência a serviço dele – quer dizer, a serviço do chefe de Estado brasileiro. O presidente agora confia na qualidade das informações que recebe.
A ABIN investiu pesadamente em tecnologias estrangeiras, especialmente de origem israelense, para assegurar a satisfação de seu principal cliente – o Estado brasileiro, é claro.

