O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, foi escalado por Lula para uma missão no início do anoc: convencer a bancada evangélica e os líderes evangélios da importância de se aprovar o projeto das fake news.
Messias, ele mesmo um evangélico, tem dito que o segmento também é vítima com frequência de desinformação e preconceito nas redes sociais. Portanto, tentará convencer os seus a apoiar o projeto de lei.
O Bastidor informou que, depois do ataque ao perfil da primeira-dama Janja da Silva, Lula passou a colocar o projeto como prioritário para o governo em 2024. No início de 2023, Arthur Lira até colocou a proposta em votação, mas foi engolido pelo lobby das big techs, que contou com o apoio da bancadas evangélica e bolsonarista.

