O futuro ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi orientado pelo Planalto a evitar a qualquer custo a palavra “lockdown”. Mais do que isso: nada dizer sobre medidas de distanciamento social – hoje, a principal arma científica para atenuar o crescimento veloz de casos.
Queiroga pode falar à vontade sobre vacinação e novos protocolos de atendimento nos hospitais públicos.
O médico ainda não foi nomeado oficialmente. Por enquanto, Eduardo Pazuello é o ministro.

