A turma no Senado a que se referiu Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro para seus aliados sobre “o que é dele está guardando”, referindo-se a Alexandre de Moraes, mobilizou-se já na quinta-feira, 27.
O senador Marcos do Val começou a acionar seus colegas para colher assinaturas para a instalação de uma CPI. O objeto oficial será investigar a aloprada história das inserções nas rádios – só que o alvo será o Tribunal Superior Eleitoral e seu presidente, Alexandre de Moraes, não a operação da campanha de Bolsonaro.
Do Val tem dito que se não conseguir o número de assinaturas necessárias para a instalação da CPI (27, no mínimo) agora, as conseguirá a partir de fevereiro, quando seus novos colegas senadores tomarão posse.
O caminho, porém, não será fácil se Rodrigo Pacheco ficar na presidência do Senado. Seus interlocutores garantem que a CPI, com assinaturas ou não, não anda.

