O governo brasileiro e empresários que atuam na importação de insumos médicos receberam o mesmo alerta, nos últimos dias, de representantes dos grandes laboratórios: há obstáculos sérios e imprevistos na produção global das principais vacinas de covid-19.
Empresas como AstraZeneca e Pfizer, donas dos principais imunizantes, encontram dificuldades para atender à demanda mundial – e até para cumprir as entregas já contratadas. Não estão claras, ainda, as razões específicas dessas dificuldades.
Sabe-se apenas que as empresas precisarão ajustar o cronograma de entregas a quem comprou. E, consequentemente, ajustarão de acordo suas negociações com quem ainda não comprou.
A mesma dificuldade vale para a Johnson & Johnson, cuja vacina está em fase final de testes e, em algum momento, deve ser usada no Brasil.

