A articulação do governo ouviu do relator do arcabouço fiscal, deputado Claudio Cajado (PP-BA), que seu relatório está pronto para ser lido na reunião de líderes. Ele só depende da autorização de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara.

Com a manifestação de Cajado, o governo vai fazer pressão sobre Lira para que destrave a tramitação do projeto. O governo tem pressa. Integrantes do PP e do Republicanos, estimulados por Lira, porém, só querem votar o novo marco fiscal quando estiver pronto ao menos o desenho do novo ministério, incluindo os partidos.

O problema é que Lula insiste com seus auxiliares que só quer definir para onde vão PP e Republicanos depois que o arcabouço fiscal for votado.

Na próxima semana, o presidente estará fora de Brasília para a Cúpula da Amazônia.