O presidente Jair Bolsonaro tem dito que, apesar do desgaste da sua imagem provocado pela CPI da Pandemia, acredita que a sua popularidade voltará a crescer no segundo semestre.
O lançamento de um programa que vai substituir o auxílio emergencial a partir de agosto é um dos motivos do otimismo de Bolsonaro. O outro é a aceleração da vacinação com a chegada de lotes dos laboratórios Pfizer e Janssen.
Pesquisa DataFolha divulgada ontem mostrou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto com 41%. Bolsonaro vem em segundo lugar com 23%. Na simulação do segundo turno, Lula venceria com 55%, contra 32% do presidente.
Bolsonaro parou de criticar as vacinas. Ontem, durante o depoimento do ex-chefe da Secom Fábio Wajngarten, o senador Flávio Bolsonaro chamou o relator Renan Calheiros de “vagabundo”, mas também disse que os brasileiros querem vacina. Quando o governador de São Paulo, João Dória, liderava as ações de vacinação com o anúncio da Coronavac, o presidente fazia declarações contra o imunizante.

