Apesar do anúncio do Ministério da Saúde na sexta, o governo Bolsonaro ainda não publicou, no Diário Oficial, o contrato que diz ter firmado com a União Química para a compra da vacina Sputnik.

Embora haja um estudo promissor publicado sobre o imunizante russo no periódico científico The Lancet, a vacina ainda não passou pelo crivo de qualquer agência sanitária de referência.

A União Química, dos lobistas Fernando Mendes e Rogério Rosso, que representa os russos no Brasil, deve há dois meses documentos mínimos à Anvisa.