Pedro Guimarães ainda não foi demitido da presidência da Caixa porque Jair Bolsonaro resiste em mandá-lo embora. Auxiliares do presidente esperam a publicação da saída no Diário Oficial ainda nesta quarta-feira. O problema é que Bolsonaro prefere que seja “a pedido” – e, de acordo com assessores Planalto, Guimarães resiste à ideia.

Pedro Guimarães é acusado de assédio sexual por diversas funcionárias do banco. O caso veio à tona na noite de terça, mas ele ainda permanece no cargo. O governo vazou o nome de Daniella Marques como sua substituta, no início desta tarde, para tentar diminuir o desgaste do presidente.

Mais cedo o Bastidor informou que o Palácio do Planalto sabia desde março da existência de denúncias de assédio contra Guimarães na Caixa, mas o manteve no cargo. O caminho seguido foi desistir da ideia de fazê-lo ministro e tirá-lo de eventos ao lado de Bolsonaro.

Na conversa que tiveram ontem, Pedro Guimarães negou a Bolsonaro que tenha assediado funcionárias da Caixa, apesar das evidências. O caso foi revelado pelo Metrópoles.