A coordenação de campanha à reeleição de Jair Bolsonaro vem errando seguidamente, e insistindo no erro, de prever uma data em que Jair Bolsonaro aparecerá empatado – ou até à frente – de Lula nas pesquisas de intenção de voto. Atualização: agora, a data prometida é o início de setembro. Nas previsões anteriores isso se daria em junho, depois em agosto.
Tanto o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, quanto o marqueteiro Duda Lima afirmam que, após o início da propaganda na TV e no rádio, que começa dia 26, o presidente empatará ou ultrapassará Lula.
Integrantes da campanha afirmam que as últimas pesquisas que mostram Lula na liderança e Bolsonaro em segundo – quadro que persiste há meses – surpreenderam. Segundo eles, as pesquisas diárias para consumo interno indicavam uma melhora nas intenções de voto em Bolsonaro – apontada como residual pelos levantamentos oficiais.
Diferentemente da turma da campanha, Bolsonaro e os filhos Carlos e Eduardo não se apegam a datas: preferem questionar a honestidade das pesquisas, em vez de apontar uma virada. Dizem que o seu “datapopular”, baseado em enquetes nas redes sociais e nas viagens do presidente, mostra Bolsonaro à frente do adversário. E acabou.

