A farmacêutica indiana Bharat Biotech encerrou a parceria com a Precisa Medicamentos para a venda da Covaxin no Brasil e admitiu que documentos enviados pela empresa do lobista Max ao Ministério da Saúde são falsos.
A cúpula da empresa indiana cogitou se distanciar da Precisa assim que o escândalo estourou, mas foi convencida por Max de que “tudo estava sob controle”.
Ao negar a veracidade de documentos remetidos em nome dela ao governo brasileiro, a Bharat acrescenta mais um rol de crimes a ser investigados pela CPI, pela PF e pelo Ministério Público.
Os documentos em questão foram remetidos sucessivamente pela Precisa ao Ministério da Saúde, às vésperas da assinatura do contrato de US$ 300 milhões e, também, antes da tentativa de importar doses da Covaxin.
Parte dos documentos eram toscos e apresentavam claros indícios de manipulação digital.

