A campanha do presidente tentará convencer Jair Bolsonaro a aproveitar agendas internacionais para se contrapor ao ex-presidente Lula, que vende a ideia de que era e ainda é respeitado no exterior.
A ideia é que Bolsonaro vá à ONU no dia 20 de setembro, onde a abertura da Assembleia Geral é tradicionalmente aberta pelo Brasil e compareça ao funeral da rainha Elizabeth II. Em viagens bate-volta, seria uma oportunidade para vender, ao eleitor comum, a imagem de que o presidente é tão respeitado no exterior como Lula.
Bolsonaro não nega a possibilidade, gosta da ideia de passar a imagem de estadista. Segundo seus aliados, ele só teme diminuir o ritmo da campanha justamente na reta final antes das eleições.

