Lideranças do PSD, inclusive seu presidente, Gilberto Kassab, não vão pressionar Rodrigo Pacheco a trocar logo de partido. Pretendem esperar o seu tempo.

É que, com a fusão de PSL e DEM, o presidente do Senado tem sido persuadido a ficar na nova legenda e concorrer a Presidência da República por ela, com estrutura de uma grande legenda.

A aliados – e não a Pacheco –, Kassab disse que, ainda que o senador decida permanecer no novo partido, a tendência é manter seu apoio e o de sua legenda.

Na sua avaliação, porém, ao contrário do PSD, que está mais organizado para receber a sua candidatura a presidente, na nova legenda, ele terá de rivalizar com outros pré-candidatos e com a ideia, defendida pela ala ligada ao apresentador José Datena, de ficar com a candidatura de vice numa chapa de Ciro Gomes.

Rodrigo Pacheco terá até abril para decidir se muda de partido.