A servidora acusada de autorizar o pagamento antecipado de US$ 45 milhões na compra da vacina indiana Covaxin, Regina Célia Silva de Oliveira, é motivo de preocupação do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, mas também dos que comandaram o Ministério da Saúde nos governos Lula e Dilma.
A convocação da servidora já foi aprovada pela comissão, mas ainda não há data para o depoimento. Apesar da autorização dela, o pagamento antecipado não chegou a ser realizado.
Quando Barros foi ministro da Saúde no governo Michel Temer, deu a ela função de chefia. José Gomes Temporão, ministro no governo Lula, a nomeou em 2009 para a coordenação do Programa Nacional de Imunizações.
Em 2016, Regina Célia voltou a ocupar cargo de gestão no governo Dilma com o ministro Marcelo Castro, atualmente exercendo mandato de senador. Ele a nomeou para a coordenação de Saúde do Trabalho.
Castro já procurou seus colegas senadores depois que o servidor Luís Ricardo Miranda disse na audiência da CPI da Pandemia, na sexta-feira 25 de junho, que Regina Célia autorizou o pagamento antecipado nessa compra da vacina Covaxin que está sendo investigada.

