A reunião em que tentará pôr fim à crise interna sobre o respeito ou não às prévias do PSDB hoje (terça-feira) em Brasília não terá a presença de João Doria.

No fim de semana, o ex-governador de São Paulo ameaçou entrar na justiça para garantir seu direito a disputar a Presidência da República como define o estatuto do partido. A interlocutores, o presidente da legenda, Bruno Araújo, classificou a ameaça como declaração de guerra.

Apesar da sua ausência, vão defendê-lo no encontro a presidente do PSDB Mulher, Yeda Crusius, ex-governadora do Rio Grande do Sul, e o presidente do diretório de São Paulo do partido, Marco Vinholi.

O PSDB está fragmentado entre os grupos que rejeitam o nome de João Doria e rejeitam apoiar o nome de Simone Tebet, do MDB; entre os que defendem se unir a outras legendas para ter um candidato único, ainda que signifique não ter candidato próprio; e até aqueles que querem se unir à candidatura de Lula.