O ministro da Justiça, Flávio Dino, que se prepare. Não será preciso uma CPI dos atos golpistas de 8 de janeiro para que ele se torne alvo de apuração e inquirição na Câmara dos Deputados.
O PL, no comando da Comissão de Segurança Pública, como o Bastidor havia adiantado, pretende convocá-lo nos próximos dias a se explicar sobre os ataques de radicais da extrema-direita ao Congresso, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal. Mas não só.
Sob a presidência do deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS), a comissão será usada como plataforma para atacar o decreto anti-armas de Lula. As ações do tráfico no Rio Grande do Norte, governado por uma petista, também serão usadas para confrontar o ministro.

