Na negociação que manteve com Adilson Barroso, presidente do Patriota, o senador Flávio Bolsonaro prometeu crescimento da legenda, com aumento de participação dos fundos eleitoral e partidário e a devolução do controle do partido depois da eleição do ano que vem.

Flávio e Barroso mantém contato desde 2017, quando o presidente Jair Bolsonaro deixou o PSC e procurava um partido pelo qual pudesse se candidatar em 2018.

Bolsonaro escolheu o PSL, apesar dos conselhos de Flávio para se filiar ao PEN, antigo nome do Patriota. O então deputado Jair Bolsonaro não seguiu a recomendação do filho porque o partido levou ao STF uma ação contra o cumprimento da pena a partir da condenação em segunda instância.

O senador Flávio, então deputado estadual no Rio, disse ao pai que teria mais controle do partido de Barroso do que PSL presidido pelo deputado Luciano Bivar. Ele tinha razão. O PSL atualmente é dividido entre bolsonaristas e independentes.