Os depoimentos dos governadores na CPI da Pandemia vão começar em 29 de junho, com Wilson Lima, do Amazonas. No dia seguinte, será a vez de Helder Barbalho, do Pará. Em primeiro de julho, o petista Wellington Dias, do Piauí, será ouvido como coordenador do fórum que tem a missão de organizar ações dos Estados para enfrentar a crise sanitária.

O ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, cassado e investigado por desvios na Saúde durante a pandemia, comparecerá à comissão em 16 de junho.

A tropa de choque que defende o presidente Jair Bolsonaro tenta, desde o início dos trabalhos da CPI, construir a narrativa da culpa dos governadores pelo péssimo desempenho do Brasil durante a pandemia.   

O Brasil já superou 456 mil mortes provocadas pela covid-19 e Bolsonaro teve, desde o ano passado, atitude negacionista contra vacinas, isolamento social, uso de máscaras e defendeu o uso da cloroquina, medicamento que não serve para tratar essa doença.