Convidado a depor hoje (10) na CPI dos atos do dia 8 de janeiro na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o general Augusto Heleno, ex-chefe do GSI do governo de Jair Bolsonaro, decidiu não ir. Avisou ontem que não compareceria.

Houve, na verdade, pressão de aliados de Jair Bolsonaro para que Heleno não comparecesse. Havia o receio de que, sem muita paciência e tato, ele falasse demais e acabasse por prejudicar o ex-presidente nas ações em que é investigado.

Como não era uma convocação, e sim um convite, Heleno decidiu não ir. Alegou outro compromisso, apesar de já ter confirmado que compareceria.

Seus aliados o convenceram o que só vá à CPI se for convocado e munido de um habeas corpus, para não ser obrigado a responder às perguntas.