O presidente Jair Bolsonaro vai aproveitar a viagem desta sexta-feira, 5, a Montes Claros, Minas Gerais, para relembrar a facada que sofreu em Juiz de Fora durante a campanha eleitoral de 2018. O recurso será usado com mais frequência até 2 de outubro.

A estratégia é relembrar o atentado e atrelar a sobrevivência de Bolsonaro a uma suposta missão dada por Deus.

O presidente está convencido que conseguirá “tocar” o público evangélico com o discurso de que é o “escolhido” para comandar o Brasil por mais quatro anos. Prova disso, dirá com mais frequência, é a sua vida.

Colado no discurso de sobrevivência, Bolsonaro sempre dirá que seu mandato é um projeto divino para impedir o “comunismo” e o autoritarismo, que tenta acabar com a liberdade de culto religiosos.

Não há qualquer embasamento para as afirmações, mas Bolsonaro está convicto que, assim, poderá manter fiel o voto evangélico.