A campanha de Jair Bolsonaro para a TV e o rádio vai lembrar o governo de Dilma Rousseff para se confrontar o discurso de Lula sobre o estado de bem-estar durante sua gestão. Os petistas serão transformados num só na campanha do presidente.
De acordo com as pesquisas, um dos pontos fracos de Bolsonaro é a crise econômica, em especial os efeitos funestos da inflação. Lula, por outro lado, é lembrado como responsável por um período de prosperidade.
Um dos dados prontos para ser usado, floreado nas propagandas eleitorais e repercutido por aliados nas redes sociais é o de criação de empregos.
Bolsonaristas dirão que foram criados mais empregos com carteira assinada (4,5 milhões) em três anos e meio de Bolsonaro do que nos cinco anos e quatro meses de Dilma (3,2 milhões). Lembrarão que no governo da petista não houve pandemia nem guerra.
Pelos mesmos motivos, Lula manterá a ex-presidente distante de seus programas eleitorais. Ao sofrer o impeachment, Dilma estava mal-avaliada devido à crise econômica que gerou recessão, inflação e desemprego.

